quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Todo poderoso

(Fonte da imagem: Divulgação/Motorola)

O celular que muitos esperavam acabou de chegar. A linha Droid (que no Brasil ganhou o nome de Milestone) da Motorola está ganhando mais um aparelho. O Droid Razr traz de volta o nome de um dos modelos mais vendidos da história da empresa (o Motorola Razr) e, para alavancar as vendas, mostra componentes de hardware poderosos.

Apresentado durante uma conferência de imprensa realizada pela Motorola e pela operadora Verizon, o Droid Razr deve conquistar novos fãs para a fabricante, mesmo deixando de lado um dos principais recursos disponibilizados pela linha Droid: o teclado QWERTY físico. Sem a presença desta estrutura, o smartphone consegue ser um dos mais finos do mercado, com apenas 7,1 mm.

Além disso, o Droid Razr conta com a tecnologia Gorilla Glass, que suporta muito mais impacto sem quebrar ou arranhar a tela sensível ao toque. A vedação do aparelho permite também que ele seja atingido por líquidos sem sofrer prejuízos de desempenho ou curtos-circuitos.

O processador e a memória RAM do smartphone fazem com que ele seja comparado a outro aparelho da Motorola, o Atrix 2. Ambos devem oferecer excelentes resultados aos consumidores, mas enquanto o Atrix conta com conexão HDMI, o Razr deixa a tecnologia de lado. Confira as principais especificações do novo smartphone:

Motorola Droid Razr
Tela: Super AMOLED de 4,3 polegadas;
Espessura: 7,1 mm;
Processador: 1,2 GHz dual-core;
Memória RAM: 1 GB;
Memória de armazenamento: 16 GB de memória interna + 16 GB em cartão microSD pré-instalado;
Sistema operacional: Android (versão não confirmada);
Câmera: 8 megapixels;
Câmera frontal: 480p;
Gravação de vídeo: 1080p;
Bateria: 1780 mAh (12,5 horas de conversação 3G e 8,9 horas de conversação 4G);
Conectividade: Wi-Fi, 3G, 4G, USB e Bluetooth 4.0;
Acessórios opcionais: dock para laptop de 14 polegadas, dock para veículos de 10 polegadas, dock de alta definição, touchpad e teclado wireless;
Preço sugerido: 299,99 dólares (em contrato de dois anos com a Verizon);
Vendas: pré-venda nos EUA começa em 27 de outubro.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/motorola/14463-motorola-droid-razr-e-anunciado-oficialmente.htm#ixzz1bFP9Bgx2

O lado escuro da lua


lado oculto da Lua (também chamado de lado negro da Lua ou lado escuro da Lua) é o hemisfério lunar que não pode ser visto da Terra devido ao fato de a translação erotação lunares possuírem o mesmo tempo de duração. É a chamada órbita síncrona. Contudo, sabe-se que toda a superfície da Lua recebe iluminação do Sol, em períodos distintos, sendo que seu chamado lado escuro recebe luz durante a fase da lua nova. A Lua fica totalmente escura apenas em períodos de eclipse total lunar, quando a sombra da Terra impede que os raios solares iluminem o satélite. Coloca-se, desta maneira, que a Lua na verdade é toda escura, uma vez que não tem luz própria. Toda face iluminada se deve à luz solar. O lado escuro é, na verdade, um lado não visível da Lua, observando da superfície terrestre.
Este hemisfério foi fotografado pela primeira vez pela sonda espacial soviética Luna 3 em 1959, e primeiramente observado por olhos humanos durante a missão Apollo 8 na órbita da Lua em 1968. O hemisfério possui diversas crateras, resultado de vários impactos na sua superfície.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

iOrfão

Nebulosa de Orion, fascinante.


A nebulosa Orion é uma das mais brilhantes nebulosas do céu e é facilmente visível a olho nu. Ela foi descoberta por Nicholas Peiresc em 1610 (anteriormente havia sido classificada como estrela - Theta Orionis). Existem muitas outras (fracas) nebulosas ao redor da nebulosa Orion e existem muitas formações de estrelas na região. A nebulosa Orion é, provavelmente, a nebulosa mais ativamente estudada do céu.
Nebulosa Orion
Nebulosa Orion. Tamanho da imagem: 2.9°x2.5°. Imagem DSS. © AAO/ROE

Nebulosas associadas com a nebulosa Orion

Esta é uma parte das nebulosas na região de Orion. Esta é uma lista das principais nebulosas, embora muitas outras brilhantes partes e extensas regiões nebulosas sejam encontradas na constelação de Orion. Todas as nebulosas nesta tabela possuem a distância padrão de 1300 anos-luz, mas estão dispersas por centenas de anos-luz.

kkkkkkkk

Adeus Stive


Esse era o site da Apple nesta quinta-feira, com uma mensagem simples e clara
A morte do ex-diretor executivo da Apple Steve Jobs está sendo lamentada em todo o mundo nesta quinta-feira.
Considerado um visionário que mudou a forma como lidamos com os computadores e a tecnologia, ele imprimiu sua marca com produtos como o iPhone e iPad.
Em 2004, Jobs foi diagnosticado com câncer de pâncreas e, entre janeiro e junho de 2009, ficou oficialmente afastado da Apple por seis meses, quando se submeteu a um transplante de fígado.
Quando anunciou sua saída da Apple, o executivo de 55 anos já estava afastado, sob licença médica, desde 17 de janeiro deste ano.
Jobs foi um dos fundadores da Apple em 1976. Desde então, a fabricante de aparelhos eletrônicos tem se destacado pela inovação no concorrido mercado de tecnologia e se transformou na segunda empresa de maior valor de mercado do mundo.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Buracos Negros


Buracos negros cresceram perto de suas galáxias desde o início dos tempos

PARIS, 15 Jun 2011 (AFP) -Sinais de buracos negros gigantes que engoliam gás desde a infância do universo mostrariam que estes glutões do cosmos cresceram ao mesmo tempo que suas galáxias desde o início dos tempos, segundo estudo publicado nesta quarta-feira.

"Há uma relação simbiótica entre os buracos negros e suas galáxias desde o amanhecer dos tempos", afirmou Kevin Schawinski (Universidade de Yale, Estados Unidos) que contribuiu para a pesquisa sobre os buracos negros maciços, encontrados no coração das galáxias.

Nos distantes quasares, núcleos luminosos ativos das galáxias, os astrônomos já haviam descoberto buracos negros com mais de um bilhão de massas solares, que teriam existido menos de um bilhão de anos depois do Big Bang.

Os autores do novo estudo, publicado na revista científica britânica Nature, estudaram uma amostra mais ampla de buracos negros que se supõem que estejam no centro de 200 galáxias muito distantes detectadas pelo telescópio espacial Hubble.

Estas galáxias aparentemente existiram de 700 a 950 milhões de anos depois do Big Bang. Portanto, sua luz teria viajado cerca de 13 bilhões de anos no cosmos, antes de ser captada pelo Hubble.

Como detectar buracos negros a tais distâncias no tempo e no espaço? Os gases e as poeiras se amontoam a grande velocidade antes de ser devorados por estes ogros do espaço, emitindo raios-X.

Graças ao Chandra, o telescópio de raios-X da Nasa, Kevin Schawinski, Ezequiel Treister (Universidade do Havaí) e seus colegas conseguiram detectar as menores radiações - alguns poucos fótons X de alta energia por galáxia -, que percorreram tais distâncias.

Após ter adicionado e ampliado as radiações dos buracos negros de 200 galáxias estudadas, a equipe de Treister acredita que "os buracos negros cresceram junto com as galáxias que os abrigaram ao longo de toda a história do cosmos".

Os cientistas concluíram que estes buracos negros - ocultos pela grande quantidade de gases e poeira que absorviam a maior parte das radiações, salvo os raios-X - "cresceram significativamente mais rápido" durante os primeiros tempos do que se pensava até agora.

Em um comentário, o astrônomo Alexey Vikhlinin, do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysicis, em Cambrigde (EUA), destacou que algumas perguntas chave continuam em suspenso: como foram engendrados os precursores desses buracos negros supermaciços? Que mecanismos possibilitou esta coevolução entre buracos negros e galáxias?